quarta-feira, 27 de junho de 2012

Resenha: Firelight - Sophie Jordan

A jovem Jacinda é especial. Além de pertencer a uma espécie descendente de dragões cuja maior habilidade é poder alternar entre a forma humana e a animal – os draki -, ela é uma das únicas de seu clã que consegue cuspir fogo. Quando uma atitude rebelde ameaça a existência dos outros membros de sua comunidade, ela e sua família têm que fugir e viver disfarçadas entre os humanos. Na nova escola, Jacinda precisará esconder seu segredo de todos e aprender a controlar seu espírito draki, que teima em se manifestar logo na presença do belo e charmoso Will, um caçador de dragões. Os dois se apaixonam e irão fazer de tudo para que os muitos segredos e diferenças que os separam não os impeçam de viver esse amor.
Quando você pensa em dragões pensa em épico, certo? Eu nunca teria imaginado que colocar dragões em romances poderia dar certo. Acho grosseiro se apaixonar por um dragão e, por isso, comecei a ler a história de Sophie Jordan meio incrédula, mas de cabeça aberta.Mas então temos o velho romance entre caçador e caça.
O livro conta a história de Jacinda, uma Draki (descendentes de dragões) que após desobedecer o clã, para não ser punida, foge com a mãe e a irmã gêmea, Tamra. Tamra nunca desenvolveu seu draki (a habilidade de se transformar em dragão), e a mãe para, apoiá-la, deixou que seu draki morresse. Agora, a mãe de Jacinda quer que ela também deixe seu draki morrer, para que possam ter uma vida normal, longe dos perigosos caçadores da espécie.
Mas o draki de Jace (Jacinda) é muito importante para ela – e para o bando – já que ela é a primeira cuspidora de fogo em 400 anos. Jacinda não consegue suportar a vida ‘normal’ e pensa em fugir, já que seu draki está morrendo aos poucos, mas ela se apaixona por um caçador de dragões, e ele é o único que ‘mantém’ seu draki vivo. Mesmo arriscando o grande segredo do clã, ela se envolve cada vez mais com Will.
Bom, achei o livro fraco O livro não prende a atenção, você não se sente ansiosa em continuar a leitura em busca da solução do mistério. Aliás, não há mistério.fiquei um pouco confusa e irritada no final , Talvez melhore na segunda parte, quem sabe? Acho só que a autora não soube muito bem explorar o que tinha em mãos e a dinâmica toda do suspense final ficou meio WTF? sabe? Quando começa a ficar bom, o plot acontece e tudo fica tenso e do nada acaba.
Claro, o livro é bem escrito sim e as sensações da personagem são bem passadas aos leitores; você realmente sente a secura e o desespero de Jacinda ao perceber que está em um deserto e tudo mais. Mas o desespero tem limites e eu ficava tentada a pular parágrafos sobre isso. Ficou chato em certo ponto.

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