Ooooh, então eu sou uma criancinha imatura por gostar de anime? Que interessante a sua teoria, e de onde tirou ela? Como assim? Apenas por ser desenho japonês? Ora essa, sabemos bem que o que vale não é a representação e sim a mensagem, fica a dica.
" Porque eu sou uma criança? Por gostar de animes? Cara, foi mal, mas se o seu pensamento continuar assim, você vai viver num mundo tão minúsculo que ele um dia se torne a representação do seu cérebro. O que te difere de mim, não é o tamanho do nosso cabelo ou a cor dele, mas sim, se sabemos ter ética e noção de moralidade. Aética é o respeito do espaço alheio, ou seja, se você se intromete no espaço alheio, ou, se alguém te contar um segredo e você sair espalhando por aí, você vai está agindo sem ética, afinal, o segredo era para ficar apenas entre vocês dois. A noção de moralidade é você saber dizer se o que você vê, faz, escuta é certo ou errado. A partir do momento em que você abrir sua boca para reclamar da minha mentalidade ou de outra pessoa, significa que você não tem nada do que foi citado acima, ou seja, você é um completo corpo sem informação.
A tua mente e a minha mente, são diferentes, porque existe algo chamado relativismo, pois, o que é bom pra mim não é bom pra você, ou o contrário, então, vamos aprender a respeitar as pessoas do jeito que são, e olhar para elas e seu caráter e não para seus gostos. "
Reflita sobre as palavras destacas, verá que na vida tudo depende do: Relativismo, Noção de Moralidade e Ética.
Entenda isso e passe ao seu cotidiano, assim você vai ter a mente mais aberta, caso ela não seja.

Vanessa Sands, de 17 anos, tem medo de tudo – do escuro, de altura, do mar –, mas sua destemida irmã mais velha, Justine, está sempre por perto para guiá-la a cada desafio. Até que Justine vai mergulhar num precipício uma noite, perto da casa de veraneio da família em Winter Harbor, e seu corpo sem vida aparece na praia no dia seguinte. Os pais de Vanessa tentam superar a tragédia retornando à vida cotidiana em Boston, mas ela sente que a morte da irmã não foi acidental. Depois de descobrir que Justine estava escondendo diversos segredos, Vanessa volta para Winter Harbor, esperando que Caleb, o namorado de sua irmã, possa esclarecer algumas coisas, mas o garoto está desaparecido. Logo, não é apenas Vanessa que está com medo. Winter Harbor inteira fica em alvoroço quando outro corpo aparece na praia, e o pânico se instala à medida que a pequena cidade se torna palco de uma série de acidentes fatais relacionados com a água, em que as vítimas são encontradas sorrindo horrivelmente de orelha a orelha. Vanessa e Simon, irmão mais velho de Caleb, unem forças para investigar os estranhos acontecimentos e, no caminho, a amizade de infância se transforma em algo mais. Conforme eles vão encontrando ligações entre a morte de Justine e a súbita erupção de afogamentos assustadores na cidade, Vanessa descobre um segredo que ameaça seu romance com Simon – e que vai mudar sua vida para sempre.
O livro se resume em 3 palavras : Surpreendente. Interessante. Decepcionante.
Sereia é um romance que você pega já imaginando toda a história. Para mim, pelo menos, foi assim. Eu estava curiosa, sim, mas também estava imaginando encontrar nas páginas desse livro todos os clichês que existem sobre sereias, inclusive as coisas que vemos quando crianças no filme da Disney.
Talvez uma adolescente com tiradas engraçadinhas contando como é a vida de uma sereia entre os humanos, ou descobrindo que ela não é uma adolescente tão comum quanto desconfiava – apesar de achar que nunca foi completamente normal.
Acontece que o livro não é nada disso.
Já começa com uma tragédia. Justine, a irmã mais velha, mais bonita e mais popular de Vanessa - uma garota introvertida de 17 anos, nossa protagonista - pula de um penhasco para as águas de Winter Harbor, cidadezinha litorânea de Nova Inglaterra, e acaba sendo encontrada morta, mesmo já tendo feito isso antes milhares de vezes por diversão. Quero dizer, pular do penhasco.
Além disso, a cidade onde as irmãs passam todas as férias de verão desde sempre está passando por um período de estranhos acontecimentos metereológicos: tempestades súbitas, granito em pleno verão, marés que sobem com o dobro de velocidade. E a morte de Justine é só a primeira de uma série de acidentes fatais. Ou, ao menos, parecem acidentes a princípio.
Vanessa quer respostas - pois acaba descobrindo que não conhece Justine tão bem quanto pensava - e acha que só pode encontrá-las com Calleb, o namorado de sua irmã e a última pessoa a vê-la viva.Daí pra frente a história se desenrola de maneira surpreendente e o envolvimento de Simon, irmão de Calleb, torna tudo muito melhor de se ler. Ele é simplesmente fofíssimo.
Há partes do livro que são fisicamente dolorosas de se largar. Envolvem a gente de tal maneira que é impossível não engolir capítulo atrás de capítulo para descobrir o que vai acontecer, apesar de, em certa parte, ser possível imaginar que rumo a história vai tomar. A narrativa, mesmo sendo em primeira pessoa, para mim, foi impecável. Vanessa entende de tal maneira o que acontece a sua volta que em momento nenhum me senti perdida ou confusa.
Porém.É irritante como a autora, de certa forma, “quebra” a narrativa nos melhores momentos. No ápice de cada capítulo, ele termina e você vira a página numa gana terrível de saber o que vem a seguir só para pegar Vanessa num momento bem mais à frente. Até você se acostumar, é bem irritante – porque, na verdade, tudo não passa de um joguinho com a curiosidade do leitor, atirando-se centenas de perguntas durante o livro e só ir respondendo-as (ou não) quando o livro já se encaminha para o final.
O final é... decepcionante. Você fica esperando pelo clímax, ele passa e você nem percebe.
Fiquei pensando comigo mesma como a autora pode terminar o livro do jeito que terminou. Só tinha algumas perguntas para serem respondidas; umas cinqüenta páginas a mais seriam suficientes.
Só então, pesquisando sobre a autora, que acabo descobrindo que Sereia não é apenas um livro, é uma série.
Quando comecei a ler, estava animada com a ideia de me envolver com uma boa história que quando chegasse ao fim, chegasse ao fim. É, sim, uma delícia ler trilogias, quadrilogias, sagas, séries, porém em certo momento, isso cansa. Eu estava morrendo de vontade de ler algo que me fizesse fechar o livro com gostinho de quero mais – como todo livro deve acabar -, só para me descobrir presa em mais uma serie! Porque Sereia prende, mesmo que você morra de ódio por isso.
A jovem Jacinda é especial. Além de pertencer a uma espécie descendente de dragões cuja maior habilidade é poder alternar entre a forma humana e a animal – os draki -, ela é uma das únicas de seu clã que consegue cuspir fogo. Quando uma atitude rebelde ameaça a existência dos outros membros de sua comunidade, ela e sua família têm que fugir e viver disfarçadas entre os humanos. Na nova escola, Jacinda precisará esconder seu segredo de todos e aprender a controlar seu espírito draki, que teima em se manifestar logo na presença do belo e charmoso Will, um caçador de dragões. Os dois se apaixonam e irão fazer de tudo para que os muitos segredos e diferenças que os separam não os impeçam de viver esse amor.
Quando você pensa em dragões pensa em épico, certo? Eu nunca teria imaginado que colocar dragões em romances poderia dar certo. Acho grosseiro se apaixonar por um dragão e, por isso, comecei a ler a história de Sophie Jordan meio incrédula, mas de cabeça aberta.Mas então temos o velho romance entre caçador e caça. O livro conta a história de Jacinda, uma Draki (descendentes de dragões)
que após desobedecer o clã, para não ser punida, foge com a mãe e a irmã gêmea, Tamra.
Tamra nunca desenvolveu seu draki (a habilidade de se transformar em dragão), e a mãe para, apoiá-la, deixou que seu draki morresse.
Agora, a mãe de Jacinda quer que ela também deixe seu draki morrer, para que possam ter uma vida normal, longe dos perigosos caçadores da espécie.
Mas o draki de Jace (Jacinda) é muito importante para ela – e para o bando – já que ela é a primeira cuspidora de fogo em 400 anos.
Jacinda não consegue suportar a vida ‘normal’ e pensa em fugir, já que seu draki está morrendo aos poucos, mas ela se apaixona por um caçador de dragões, e ele é o único que ‘mantém’ seu draki vivo.
Mesmo arriscando o grande segredo do clã, ela se envolve cada vez mais com Will.
Bom, achei o livro fraco O livro não prende a atenção, você não se sente ansiosa em continuar a leitura em busca da solução do mistério. Aliás, não há mistério.fiquei um pouco confusa e irritada no final , Talvez melhore na segunda parte, quem sabe? Acho só que a autora não soube muito bem explorar o que tinha em mãos e a dinâmica toda do suspense final ficou meio WTF? sabe? Quando começa a ficar bom, o plot acontece e tudo fica tenso e do nada acaba.
Claro, o livro é bem escrito sim e as sensações da personagem são bem passadas aos leitores; você realmente sente a secura e o desespero de Jacinda ao perceber que está em um deserto e tudo mais. Mas o desespero tem limites e eu ficava tentada a pular parágrafos sobre isso. Ficou chato em certo ponto.
Não importa onde você parou,
em que momento da vida você cansou,
o que importa é que sempre é possível
e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma nova
chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida
e o mais importante:
acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado.
Chorou muito?
Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.
Sentiu-se só por diversas vezes?
É por que fechaste a porta até para os outros.
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora.
Pois é!
Agora é hora de iniciar,
de pensar na luz,
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Que tal um novo emprego?
Uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso,
ou aquele velho desejo de apender a pintar,
desenhar,
dominar o computador,
ou qualquer outra coisa?
Olha quanto desafio.
Quanta coisa nova nesse mundão
de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
Besteira!
Tem tanta gente que você afastou
com o seu "período de isolamento",
tem tanta gente esperando apenas um
sorriso teu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza nem
nós mesmos nos suportamos.
Ficamos horríveis.
O mau humor vai comendo nosso fígado,
até a boca ficar amarga.
Recomeçar!
Hoje é um bom dia para começar
novos desafios.
Onde você quer chegar?
Ir alto.
Sonhe alto,
queira o melhor do melhor,
queira coisas boas para a vida.
pensamentos assim trazem para nós
aquilo que desejamos.
Se pensarmos pequeno,
coisas pequenas teremos.
Já se desejarmos fortemente o melhor
e principalmente lutarmos pelo melhor,
o melhor vai se instalar na nossa vida.
Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar - Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto. O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria. E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro. . . Se ela ainda tiver um.
Vou começar poupando vocês do grande clichê das resenhas de livros sobre vampiros. Eu não vou dizer que estou cansada de histórias de vampiros, porque, verdades sejam ditas, eu não estou. A última vez que eu li um livro sobre o assunto foi Como se livrar de um Vampiro Apaixonado, que eu adorei, e antes dele foi a saga Crepúsculo, quando eu tinha 12 anos e na época, como não era uma febre, eu amava. Pois bem, eu me fazia acreditar que não gostava de vampiros, por causa do preconceito. Eu estava errada.
Não consigo me lembrar de qual foi o último livro da Meg Cabot que eu li, mas podem ter certeza que faz bastante tempo. Toda vez que eu via um livro dela, pegava, ficava com vontade de comprar, mas acabava optando por um livro que me interessasse mais, porque eu tinha uma definição preconceituosa de que os livros da Meg eram bobos, apesar de terem enredos muito bons. Mas, como eu não resisto a uma promoção, não pensei nem duas vezes quando vi esse livro na Saraiva quase pela metade do preço! Agora imaginem minha surpresa quando eu comecei a ler.
O livro é em terceira pessoa, mas a narração da Meg vagava pela cabeça de cada um dos personagens, mostrando suas personalidades fortes. Amei cada um dos personagens com suas perfeições e imperfeições, principalmente o Lucien (meu preferido!). E o mais interessante de toda história foi a mistura com histórias clássicas como Joana D’Arc, São Jorge, a (extinta) Palatina, até o Drácula! Uma mistura que deu mais do que certo.
Outro ponto forte foi a sátira, é uma história de vampiros dentro da nossa realidade “febre vampiresca” onde a saga Crepúsculo e séries de TV como True Blood e The Vampire Diaries reinam a modinha, eu, particularmente, sou fã de todos os três, então as ironias foram super divertidas. Não que ela tenha falado mal, de jeito nenhum, só que nossa personagem principal não é exatamente a favor dessa moda. Bom, mas, infelizmente, a novela para qual ela escreve, escolheu o enredo dos vampiros, e, a partir daí, eles não largam mais nossa personagem principal, Meena.
Deixo aqui registrado que esse é um dos melhores livros da Meg,ela usou todos os seus recursos para criar um personagem complicado e charmoso. Mas apesar de ser Team Lucien, não posso dizer que Alaric também não é um lindo, esse é, definitivamente, o triângulo amoroso que mais me deixou confusa, mas é isso que faz um bom livro, não é? Mexer com nossos sentimentos definitivamente é o ponto mais positivo de qualquer leitura. Meus parabéns à Meg.